Pesquisa colaborativa surgiu da necessidade de identificar e desenvolver novas moléculas antivirais, dada a falta de alternativas terapêuticas para a grande maioria das infecções causadas por vírus.

Estudo clínico validou em humanos resultados obtidos com testes em camundongos.

Estudo revelou existência de mecanismo autofágico atípico, que conecta a maquinaria apoptótica com a supressão da imunogenicidade associada à morte celular.

Em modelos experimentais, pesquisadores mostraram ações importantes de peptídeos macrocíclicos sobre a formação de amiloides.

Análises metatranscriptômicas revelaram que consórcio de bactérias ativa rapidamente genes ligados à adaptação ao ambiente tóxico.

Abordagem baseada em dados de monitoramento contínuo da glicemia pode melhorar a detecção precoce e a avaliação do risco de diabetes sem depender de amostras de sangue.

Pesquisadores identificaram cerca de 190 genes sensíveis ao som.

Em estudo pré-clínico usando leveduras, pesquisadores descobriram interações entre proteínas que podem explicar como a enzima telomerase é rigidamente regulada.

Novo instituto ajudará a acelerar a recuperação de pacientes de lesões e cirurgias e desenvolver bioengenharia de tecidos e órgãos, entre outras frentes de pesquisa.

Em vinte e um capítulos, o e-book aborda temas como Escherichia coli; Salmonella; Shigella; Helicobacter pylori; Campylobacter jejuni e Clostridium botulinum, entre outros temas.

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