Objetivo da pesquisa é aprimorar modelos preditivos sobre o impacto do aquecimento global.

Projeto ‘Mapear para Proteger!’ inclui o lançamento de uma plataforma digital aberta ao público, que permitirá aos cidadãos registar observações.

Método de duas etapas emprega modelos físicos baseados em interações luz-planta e inteligência artificial.

Laboratório interdisciplinar reúne conhecimentos e tecnologias das áreas de engenharia, meteorologia e meio ambiente, entre outras áreas.

Nova tecnologia é inspirada no sistema de fixação de rêmoras.

Catálogo apresentado pelos pesquisadores identificou cinco vezes mais cânions do que estudos anteriores.

A nova rede será a primeira do gênero a conectar pesquisadores, meteorologistas e tomadores de decisão que trabalham com dinâmica climática, previsão de múltiplos riscos e redução de riscos de desastres.

Usando plataformas como Google Earth Engine, QGIS e Python, os pesquisadores mapearam 12.563 quilômetros quadrados de vegetação nativa.

Ainda sendo aprimorado, equipamento já está integrado a plataforma web para apresentação gráfica dos resultados.

Resultados podem orientar ações de conservação e manejo sustentável.

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