Nova tecnologia facilita, reduz custos e tempo de análise em testes para detectar proteínas, que podem ser usados em diversas aplicações.

Pesquisadores analisaram dados de mais de 2 milhões de brasileiros hospitalizados por COVID-19 entre 2020 e 2023.

Técnica pode levar a melhorias mais rápidas e eficientes para a produção da aveia do que as obtidas com o melhoramento genético tradicional.

Pesquisadores investigaram como a variação genética natural do cogumelo de guelras divididas (Schizophyllum commune) pode influenciar as características do micélio fúngico.

Durante anos, os bioquímicos evolucionistas consideraram a hipótese que as proteínas mais antigas surgiram de uma assinatura simples, chamada de ‘motivo’.

Exame analisa a patogenicidade de milhares de mutações genéticas no corpo de uma só vez.

Pesquisadores usarão anticorpos para estimular proteínas que podem aumentar a capacidade de células imunológicas específicas de matar as células cancerosas.

No futuro, nova estratégia tecnológica pode ajudar no combate à resistência aos antibióticos e na liberação direcionada de fármacos por robôs bacterianos.

Microalgas da espécie Monoraphidium contortum mostraram capacidade de remoção de resíduos de medicamentos antibióticos, em especial o sulfametoxazol e a trimetoprima.

Moléculas inibiram a replicação do vírus em testes in vitro, com baixa toxicidade celular.

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