Pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, destacam como o calor extremo pode afetar o corpo humano e como se proteger dessas situações.
Projetos de pesquisa conduzidos no laboratório envolvem rios e riachos da Mata Atlântica e o monitoramento de rios amazônicos em função de grandes empreendimentos.
Um dos objetivos da iniciativa é desenvolver um sistema avançado, por meio de Inteligência Artificial, que centralize informações visuais e textuais de radares meteorológicos que sejam relevantes para a previsão de eventos climáticos extremos.
Simulações foram comparadas a medições de satélite e mostraram boa correspondência com as observações.






