Em estudo com animais, pesquisadores mostraram que a exposição prolongada a partículas finas de poluição pode alterar significativamente a saúde metabólica.

Estudo é o primeiro a quantificar as emissões totais de diterpenos emitidos pela vegetação em todo o mundo e seu potencial para formar aerossóis.

Simulações foram comparadas a medições de satélite e mostraram boa correspondência com as observações.

Proposta do evento é promover uma reflexão crítica sobre o papel da ciência e da sociedade diante das crescentes transformações ambientais.

Revisão sistemática e meta-análise da literatura científica examinou a relação entre a exposição prolongada a poluentes do ar e o risco de demência.

Tecnologia pode ser usada para tratamento contra poluentes, na liberação controlada de fármacos e também em engenharia de tecidos.

Novo método também ajudar ações de cooperação internacional no combate à poluição por plásticos.

Ainda sendo aprimorado, equipamento já está integrado a plataforma web para apresentação gráfica dos resultados.

No período crítico entre agosto e setembro de 2024, foi registrado um aumento expressivo nas concentrações de poluentes atmosféricos, com efeitos alarmantes sobre a saúde pública.

Imperial College de Londres e Universidade Técnica de Munique estão lançando em conjunto o ‘Centro de Resiliência da Saúde em um Planeta em Mudança’.

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