Método abre caminho para modelos mais leves e sustentáveis, capazes de reduzir o crescente consumo de energia da inteligência artificial.

Pesquisa mostrou que ferramentas de IA estão sendo usadas na prática clínica sem as devidas verificações de segurança.

Pesquisadores conseguiram melhorar a precisão de biossensores de oxidase para glicose, lactato e creatinina de aproximadamente 50% para 99%.

Pesquisadores conseguem distinguir o álamo-trêmulo (Populus tremula) e também identificar árvores mortas em pé a partir de imagens aéreas.

Descobertas podem ser usadas para ajudar a avaliar a fadiga, desenvolver terapias e abordar problemas de saúde mental.

Pesquisa inclui pesquisadores da UFRN, USP e Universidade de Coimbra.

Pesquisadores transformaram cozinha em um ambiente de pesquisa totalmente instrumentado.

Com novas ferramentas, pesquisas podem ter foco em moléculas mais sofisticadas e funcionais.

Pesquisadores usaram dados do satélite SWOT, que permite observar as ondas internas em 3D, com uma resolução sem precedentes.

Identificar o risco em longo prazo precocemente pode ajudar a reduzir a incidência de doenças cardíacas, a principal causa de morte no mundo.

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