Dispositivo desenvolvido por aluno do curso de Design da Escola de Arquitetura foi aprimorado em conjunto com profissionais do Hospital das Clínicas da UFMG.

Estudo sugere que colocar eletrodos de desfibrilação na posição anterior-posterior pode melhorar taxa de sobrevivência.

Tecnologia permite detecção de danos pulmonares em nível celular em tempo real

Dispositivo acessa o suor na ponta dos dedos e monitora níveis de glicose, lactato, vitamina C e levodopa.

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