Universidade de Waterloo destacou uma lista de inovações e tecnologias disruptivas que startups fundadas por professores, pesquisadores ou estudantes da universidade têm desenvolvido na área da saúde.

Com o auxílio de algoritmo de aprendizado de máquina, tecnologia pode melhorar qualidade de vida de pacientes com ELA.

Usando imagens de saturação de oxigênio de célula única, pesquisadores correlacionaram a constante de tempo da dinâmica da liberação de oxigênio no sangue com variáveis de citometria de fluxo.

Em dez capítulos o e-book aborda temas como sinergia entre aprendizado de máquina e dinâmica molecular para predição de propriedades moleculares; uso da IA na metodologia científica; IA aplicada a biosensores no contexto da segurança alimentar e machine learning na nanotecnologia, entre outros temas.

Modificações da bactéria Staphylococcus epidermidis por bioengenharia levou a bons resultados contra tétano e difteria em testes com animais.

O novo ‘MIT Health and Life Sciences Collaborative’ reunirá pesquisadores de todo o Instituto para encontrar novas soluções para desafios na assistência médica.

Novo dispositivo pretende medir ‘memória’ do sistema imunológico no sangue.

O e-book aborda temas como definição de bioengenharia tecidual; impressão 3D; órgão parcial e órgão inteiro; células-tronco de embrião; pacientes em hemodiálise; pacientes em transplantes e desafios da engenharia tecidual, entre outros temas.

Nanopartículas direcionam tratamento para células doentes, diminuindo os efeitos sobre células saudáveis.

Em doze capítulos o e-book aborda temas como métodos clássicos de obtenção e caracterização de nanopartículas de ouro; preparação, características e estabilidade de nanoemulsões; aplicações da nanotecnologia em tratamentos antivirais e nanotecnologia aplicada para tratamentos de cicatrização e regeneração tecidual, entre outros temas.

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