A pandemia de COVID-19 evidenciou a associação entre infecção viral grave e complicações trombóticas e a forte correlação entre o início de complicações trombóticas e mortalidade.

Simpósio tem como objetivo promover o intercâmbio entre profissionais de diversas áreas da saúde, fomentar discussões sobre tendências e avanços em imunoterapia, contribuir para o desenvolvimento científico nacional na área e fortalecer redes de colaboração entre instituições brasileiras de pesquisa.

Em modelo animal, cientistas estudaram como as micróglias respondem a lesões no cérebro desde o período neonatal até a velhice.

Descoberta pode explicar diferenças nas respostas a tratamentos com imunoterapia em pacientes oncológicos.

Descoberta foi feita pelo grupo de pesquisa em Genômica Funcional e Epigenética da Universidade de Bolonha.

Pesquisadores utilizaram uma combinação de técnicas de ponta, incluindo microscopia crioeletrônica (crio-EM), ensaios bioquímicos e mapeamento genômico completo para reconstruir como a p53 se liga aos seus alvos de DNA.

Programa de imersão em laboratório de Biologia Molecular e Celular da Universidade da Cidade do Cabo convidou alunos de ensino médio para vivenciar a ciência.

Em voluntários saudáveis, vacina já demonstrou perfil de segurança favorável e desencadeou as respostas imunológicas desejadas.

Estudo identificou altas concentrações de arsênio total em ostras e a presença de cepas bacterianas resistentes a antibióticos de prioridade crítica da OMS.

Pesquisadores analisaram células dendríticas originárias de linhagens linfoides.

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