Novo teste deve viabilizar o rastreamento da doença na rede pública de todo o território nacional até o final de 2026.
Pesquisadores desenvolveram modelos de aprendizado de máquina que podem filtrar o RNA livre no plasma e identificar biomarcadores-chave para a síndrome da fadiga crônica.
Os pesquisadores descobriram que a peroxina participa na importação de proteínas para a matriz dos peroxissomos.
Pesquisadores utilizaram uma combinação de técnicas de ponta, incluindo microscopia crioeletrônica (crio-EM), ensaios bioquímicos e mapeamento genômico completo para reconstruir como a p53 se liga aos seus alvos de DNA.






