Com o uso de Inteligência Artificial e um novo conjunto de dados, pesquisadores destacam como os eventos climáticos extremos impactam os recursos hídricos e a distribuição de água doce no planeta.

Pesquisadores usaram lignina e glicose como fontes de carbono para desenvolver novos materiais para remover ‘produtos químicos eternos’ da água.

Imperial College de Londres e Universidade Técnica de Munique estão lançando em conjunto o ‘Centro de Resiliência da Saúde em um Planeta em Mudança’.

Em vinte e um capítulos o e-book aborda temas como ergonomia e arquitetura com o caso do ergoUX Lab no uso das novas tecnologias para otimizar a interação humano-ambiente construído; ciências cognitivas e do comportamento aplicadas à arquitetura e ao design para o bem-estar do ser humano; estresse percebido em espaços de home office e deslocamentos de pessoas com deficiência visual na cidade, entre outros temas.

Objetivo do projeto é otimizar o armazenamento da energia produzida por fontes como a solar e a eólica, cuja disponibilidade é muitas vezes imprevisível e não coincide com o pico de demanda de energia.

Tecnologia usa um reator onde se armazena o material absorvente, que realiza uma reação química com o gás quando ambos entram em contato em determinada temperatura.

Os pesquisadores acreditam no potencial do reator de plasma em reduzir o tempo de reação e o consumo de catalisadores e em melhorar a qualidade do biodiesel produzido.

Eventos climáticos extremos já estão acontecendo com maior frequência e a definição de políticas públicas para proteger a sociedade e minimizar o impacto ambiental são necessárias.

Fotocatalisadores são cruciais para reduzir o dióxido de carbono.

O descarte inadequado do lodo têxtil em aterros ou corpos d’água pode causar contaminação por metais pesados e outros compostos químicos.

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