Pesquisadores usaram lignina e glicose como fontes de carbono para desenvolver novos materiais para remover ‘produtos químicos eternos’ da água.
Em vinte e um capítulos o e-book aborda temas como ergonomia e arquitetura com o caso do ergoUX Lab no uso das novas tecnologias para otimizar a interação humano-ambiente construído; ciências cognitivas e do comportamento aplicadas à arquitetura e ao design para o bem-estar do ser humano; estresse percebido em espaços de home office e deslocamentos de pessoas com deficiência visual na cidade, entre outros temas.
Com carga horária total de 390 horas e 60 vagas, curso de especialização da UFPE é pioneiro na área de Oceanografia Socioambiental.
Agrotóxicos, microplásticos, fármacos e metais, entre outros, podem estar presentes nos ambientes aquáticos.
Projeto aborda desenvolvimento e produção de bioplástico a partir do cultivo sustentável de macro e microalgas.
Pesquisadora realizou avaliações ecotoxicológicas para analisar as alterações genéticas, reprodutivas, comportamentais, fisiológicas e citológicas na fauna da região.





