Pesquisadores usaram lignina e glicose como fontes de carbono para desenvolver novos materiais para remover ‘produtos químicos eternos’ da água.

Em vinte e um capítulos o e-book aborda temas como ergonomia e arquitetura com o caso do ergoUX Lab no uso das novas tecnologias para otimizar a interação humano-ambiente construído; ciências cognitivas e do comportamento aplicadas à arquitetura e ao design para o bem-estar do ser humano; estresse percebido em espaços de home office e deslocamentos de pessoas com deficiência visual na cidade, entre outros temas.

Com carga horária total de 390 horas e 60 vagas, curso de especialização da UFPE é pioneiro na área de Oceanografia Socioambiental.

Com o uso de novas tecnologias, equipe de pesquisa liderada pelo Dr. Andrew Babbin, no MIT, estuda a saúde dos oceanos do ponto de vista dos microrganismos.

Agrotóxicos, microplásticos, fármacos e metais, entre outros, podem estar presentes nos ambientes aquáticos.

Poucos índices biológicos usados na monitorização dos rios contemplam a análise de espécies exóticas.

Eventos climáticos extremos já estão acontecendo com maior frequência e a definição de políticas públicas para proteger a sociedade e minimizar o impacto ambiental são necessárias.

Projeto aborda desenvolvimento e produção de bioplástico a partir do cultivo sustentável de macro e microalgas.

Documento baseado em evidências científicas aponta estado crítico do aquecimento global.

Pesquisadora realizou avaliações ecotoxicológicas para analisar as alterações genéticas, reprodutivas, comportamentais, fisiológicas e citológicas na fauna da região.

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