Durante anos, os bioquímicos evolucionistas consideraram a hipótese que as proteínas mais antigas surgiram de uma assinatura simples, chamada de ‘motivo’.

No novo chatbot, pesquisadores pretendem usar bases de dados consolidadas para gerar esclarecimentos e conhecimento para pacientes e profissionais da saúde.

Tecnologia pode ser usada para tratamento contra poluentes, na liberação controlada de fármacos e também em engenharia de tecidos.

Exame analisa a patogenicidade de milhares de mutações genéticas no corpo de uma só vez.

Pesquisadores usarão anticorpos para estimular proteínas que podem aumentar a capacidade de células imunológicas específicas de matar as células cancerosas.

Cientistas encontraram uma nova via fisiológica para a dor crônica.

Pesquisadores descobriram efeito foi impulsionado por mudança drástica no tecido adiposo dos camundongos.

Aplicativo é destinado a trabalhadores da Saúde, como nutricionistas, educadores físicos, fisioterapeutas e médicos, que podem assinar o serviço e utilizar a ferramenta online para mensurar os dados corporais dos seus pacientes.

Em dez capítulos, o e-book aborda temas como interações metabólicas e hormonais entre o tecido adiposo e o músculo estriado esquelético; respostas fisiológicas do sistema muscular esquelético ao exercício físico e à obesidade; produção de radicais livres nos sistemas biológicos e sua relação com o exercício físico e a defesa antioxidante, e creatina: metabolismo, funções biológicas e efeitos da suplementação no desempenho esportivo, entre outros temas.

No futuro, nova estratégia tecnológica pode ajudar no combate à resistência aos antibióticos e na liberação direcionada de fármacos por robôs bacterianos.

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