Estudo avança sobre a compreensão dos padrões de conectividade cerebral, podendo trazer um olhar diferente sobre diversas doenças ou condições.

Pesquisadores testaram o DNA livre de células como um biomarcador da ELA.

Pesquisadores realizaram o estudo em animais vivos, enquanto se movimentavam naturalmente.

Meta-análise incluiu 375 ensaios clínicos randomizados com quase 33.000 pacientes.

Avanço permite chegar mais perto de interromper a progressão da esclerose múltipla.

Em quatorze capítulos o e-book aborda temas como cefaleias; acidente vascular cerebral isquêmico; acidente vascular cerebral hemorrágico; distúrbios do movimento; demência e comprometimento cognitivo; esclerose lateral amiotrófica; neuralgia do trigêmio e outras neuralgias cranianas, entre outros temas.

Concentrações elevadas de albumina na urina podem indicar risco aumentado de demência em anos subsequentes.

Inteligência artificial ajudou a classificar a atividade elétrica de células de organoides cerebrais para identificar padrões de disparo neural.

Estudo na Suécia deve envolver 40 pacientes com idades entre 16 e 35 anos que tenham sofrido pelo menos uma recaída do transtorno.

Nova edição do programa destaca-se pela integração de áreas emergentes, como a neurocomputação, a inteligência artificial e a ética em pesquisa científica.

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