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Tarciso Leão via Wikimedia Commons
Pityrocarpa moniliformis (angico-de-bezerro)
Por Redação SciAdvances
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Sob a coordenação da Dra. Elisângela Cláudia Alves de Oliveira, pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI) estão dando continuidade à linha de pesquisa sobre segurança de plantas medicinais com um estudo para avaliar o potencial citotóxico e genotóxico de plantas medicinais do Piauí.
Inicialmente desenvolvido no campus de Floriano da UFPI, o projeto agora está sendo desenvolvido no campus de Teresina, no Núcleo de Pesquisas em Plantas Medicinais do Centro de Ciências da Saúde UFPI.
A professora Elisângela destacou que o projeto pretende validar cientificamente o uso de algumas plantas medicinais que fazem parte do cotidiano da população. Embora muitas apresentem propriedades terapêuticas reconhecidas, é importante saber se os compostos bioativos presentes nesses extratos podem provocar efeitos citotóxicos, genotóxicos ou mutagênicos.
Os cientistas utilizam metodologias da Genética Toxicológica, aplicadas tanto in vitro quanto in vivo. Os testes permitem detectar mortalidade celular, alterações no ciclo celular, quebras no DNA e instabilidade cromossômica, ampliando a compreensão sobre os mecanismos de ação dos extratos vegetais estudados.
Entre as plantas já estudadas e em estudo, estão a jurema-branca, jurema-de-espinho, alecrim, laranjeira-brava, chichá, batata-de-purga e angico-de-bezerro, dentre outras.
O Laboratório de Genotoxicidade de Produtos Naturais da UFPI reforça que está de portas abertas para estudantes interessados em ingressar na pesquisa científica e convida alunos de graduação e pós-graduação a se integrarem ao projeto.
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