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Em relato de caso inédito, pesquisadores usam fotobiomodulação a laser para tratar paciente com fístula vesicocutânea
29 de agosto de 2025, 11:56

Fonte

Gerência de Imprensa da UFMT

Publicação Original

Áreas

Biofísica, Enfermagem, Engenharia Biomédica, Fotônica, Física Médica, Medicina, Radiologia, Urologia

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Resumo

Pesquisadores acabam de registrar o primeiro relato de caso humano de fístula vesicocutânea – uma comunicação anormal e rara entre a bexiga e a pele – tratada com fotobiomodulação a laser de baixa intensidade.

Até então, os trabalhos publicados sobre o tema estavam restritos a modelos experimentais com camundongos e ratos.

A pesquisa foi conduzida pela Dra. Patrícia Reis de Souza Garcia, professora de Enfermagem da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Sinop, em parceria com a Dra. Jeane de Oliveira, professora de Enfermagem da UFMT em Cuiabá, e também contou com a participação do Dr. José Nilson Araújo Bezerra, professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

De acordo com a professora, a fístula vesicocutânea é uma condição rara e de difícil tratamento, caracterizada pela saída de urina pela pele, o que provoca dor, risco de infecção e impacto significativo na qualidade de vida. Os tratamentos tradicionais envolvem cateterismo vesical ou cirurgia, muitas vezes invasivos e com risco de recidiva.

No estudo, um paciente foi tratado com laser vermelho (658 nm) e infravermelho (830 nm), alcançando o fechamento completo da fístula em apenas 17 dias, sem recorrência após um ano de acompanhamento.

O estudo foi publicado na revista científica Desafios.

Segundo as autoras, o resultado abre caminho para novas pesquisas clínicas e para a ampliação do uso da laserterapia no cuidado a pacientes com condições complexas.

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Autores/Pesquisadores Citados

Professora de Enfermagem da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Sinop
Professora de Enfermagem da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Cuiabá
Professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)

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