Leitura rápida

PeopleImages via Shutterstock
Por Redação SciAdvances
Fonte
Áreas
Compartilhar
Um novo estudo liderado por pesquisadores da Universidade McGill, no Canadá, descobriu que a proteína fibronectina plasmática, produzida no fígado, ajuda a regular o crescimento ósseo em camundongos machos, mas não em fêmeas.
A fibronectina plasmática, presente em níveis mais altos em indivíduos do sexo masculino, se acumula nos ossos para modular a formação óssea. Isso sugere que indivíduos do sexo masculino dependem mais dessa proteína para manter a resistência óssea do que indivíduos do sexo feminino.
Em laboratório, os pesquisadores observaram que, após desativarem seletivamente o gene da fibronectina no fígado, os camundongos machos tiveram a saúde óssea mais comprometida.
Segundo a Dra. Mari Tuulia Kaartinen, professora da Universidade McGill e autora sênior do estudo, os resultados sugerem que a fibronectina plasmática pode ser uma das ligações biológicas que conectam doenças hepáticas à perda óssea.
A professora explicou que as mulheres perdem massa óssea principalmente devido às alterações hormonais na menopausa, mas os homens também perdem massa óssea, especialmente após os 50 anos.
As descobertas poderiam ajudar a explicar por que homens com doenças hepáticas são mais propensos à perda óssea.
O estudo foi publicado na revista cientifica Matrix Biology.
Autores/Pesquisadores Citados
Instituições Citadas
Publicação
Acesse o artigo científico completo (em inglês).



