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Por Redação SciAdvances
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Planta sagrada da Nova Zelândia, o ‘harakeke’ – o linho da Nova Zelândia – pode ser uma alternativa promissora para a remoção de substâncias per e polifluoroalquiladas (PFAS) da água potável.
Em experimentos de laboratório realizados na Universidade de Auckland, o harakeke foi tratado quimicamente e apresentou desempenho superior a outros métodos de tratamento de água.
Segundo o Dr. Lokesh Padhye, professor da Universidade de Auckland e um dos líderes do estudo, existe o potencial para o desenvolvimento de uma nova abordagem para a remoção de PFAS – as chamadas substâncias químicas ‘eternas’ – com boa relação custo-benefício, com base na planta nativa.
Shailja Data, doutoranda na Universidade de Auckland, disse que as fibras de harakeke processadas e tratadas quimicamente foram colocadas em pequenos recipientes com água contaminada contendo cinco tipos diferentes de substâncias PFAS, incluindo substâncias de cadeia curta – as mais difíceis de remover.
Segundo os cientistas, após agitação mecânica dos recipientes durante 24 horas, as fibras da planta, com alta resistência, removeram entre 70% e 99% dos PFAS de cadeia curta, superando outros materiais testados no estudo.
Agora, a equipe de pesquisa pretende avançar com o projeto e realizar estudos mais abrangentes.
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