Notícia com publicação científica
Índice pode apontar o grau de fragilidade da saúde também em jovens adultos
Ferramenta de análise da fragilidade pode viabilizar a identificação precoce de pessoas jovens com fragilidade na saúde e intervenção antes que problemas graves se desenvolvam
Yakobchuk Viacheslav via Shutterstock
27 de agosto de 2025, 15:27

Fonte

Grant Hill, Universidade de Dundee

Publicação Original

Áreas

Assistência Social, Atenção Primária, Cuidados Paliativos, Envelhecimento, Gerontologia, Psicologia, Saúde Mental, Saúde do Idoso

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Resumo

No Reino Unido, pesquisadores realizaram um estudo de coorte de base populacional, considerando prontuários eletrônicos de saúde de quase um milhão de pacientes do banco de dados UK Clinical Practice Research Datalink GOLD, estratificados entre adultos jovens (com idade entre 18 e 64 anos) e idosos (com idade entre 65 e 95 anos).

Os pesquisadores analisaram se o índice eletrônico de fragilidade (eFI), que já é aplicado a idosos, também poderia ser aplicado a adultos jovens para ajudar a organizar intervenções de saúde precocemente.

De acordo com os resultados obtidos com a aplicação do índice eFI, os pesquisadores concluíram que os adultos jovens classificados como frágeis enfrentam altos riscos de morte e hospitalização de emergência, da mesma forma que adultos mais velhos com a mesma pontuação de fragilidade.

Foco do Estudo

Analisar a viabilidade de uso do índice eletrônico de fragilidade (eFI) como ferramenta de avaliação da fragilidade da saúde também de adultos jovens.

Por que é importante?

Estudo

Se bem-sucedida, essa abordagem pode mudar o foco do cuidado da fragilidade de um estágio final da vida para uma perspectiva ao longo da vida, melhorando, em última análise, os resultados para os pacientes e aliviando a carga sobre os sistemas de saúde

Dr. Daniel Morales, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Dundee

Resultados

Nossos resultados sugerem que a fragilidade não se limita à idade avançada e que adultos mais jovens com fragilidade podem enfrentar riscos especialmente altos de resultados ruins. Em longo prazo, usar o eFI para identificar adultos mais jovens em risco pode ajudar os médicos a intervir mais precocemente – ajustando medicamentos, oferecendo reabilitação ou fornecendo suporte direcionado – para prevenir internações hospitalares e mortes evitáveis

Dr. Daniel Morales, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Dundee

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Autores/Pesquisadores Citados

Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Dundee

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