Pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, destacam como o calor extremo pode afetar o corpo humano e como se proteger dessas situações.

Um dos objetivos da iniciativa é desenvolver um sistema avançado, por meio de Inteligência Artificial, que centralize informações visuais e textuais de radares meteorológicos que sejam relevantes para a previsão de eventos climáticos extremos.

Laboratório interdisciplinar reúne conhecimentos e tecnologias das áreas de engenharia, meteorologia e meio ambiente, entre outras áreas.

Pesquisadores desenvolveram um novo método para detectar e estudar como o gelo se forma em nuvens de fase mista.

A nova rede será a primeira do gênero a conectar pesquisadores, meteorologistas e tomadores de decisão que trabalham com dinâmica climática, previsão de múltiplos riscos e redução de riscos de desastres.

Pesquisadores pretendem colaborar na prevenção e contenção de danos causados por eventos climáticos extremos.

Pesquisadores detalharam como o fenômeno tornou as secas 40% mais severas ao longo dos últimos 40 anos.

Pesquisadores analisaram registros de hospitalizações em oito países propensos a inundações.

Pesquisa contribui com a compreensão dos efeitos interconectados entre ecossistemas distantes.

Pesquisadores desenvolveram estrutura de código aberto de última geração para treinar modelos multimodais que vão além de textos.

Rolar para cima