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Guilherme Marinho, UnB
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Resumo
Evento realizado recentemente na Universidade de Brasília (UnB) mostrou os resultados de estudo realizado pelo Grupo de Pesquisa ‘Envelhecer Cotidiano’ da UnB, em parceria com o Ministério da Saúde, que podem ajudar na atualização de políticas públicas sobre a saúde de pessoas idosas.
Os pesquisadores coletaram dados nas cinco regiões brasileiras, ouvindo usuários idosos do SUS, gestores, profissionais de saúde, especialistas em envelhecimento e representantes de conselhos.
Entre os resultados, estão informações sobre o perfil das pessoas idosas atendidas pelo SUS, os desafios de acesso e a integralidade dos serviços, além das desigualdades regionais que impactam a implementação das políticas públicas.
A Universidade de Brasília (UnB) recebeu recentemente a Reunião Técnica Retratos Regionais da Saúde da Pessoa Idosa no Brasil: Evidências para a Atualização de Políticas Públicas.
O evento reuniu pesquisadores, gestores e representantes institucionais para a apresentação dos resultados de uma pesquisa nacional conduzida pelo Grupo de Pesquisa ‘Envelhecer Cotidiano’, em parceria com o Ministério da Saúde. O estudo busca contribuir diretamente para a revisão da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI).
À frente da coordenação do estudo, a Dra. Leides Barroso Azevedo Moura, professora do Departamento de Enfermagem da UnB, chamou atenção para o caráter coletivo e territorial da pesquisa. Segundo ela, o trabalho foi construído a partir da escuta direta de pessoas idosas em diferentes regiões do país, em diálogo constante com equipes técnicas e parceiros institucionais.
A investigação realizou uma análise ex-ante da política, ou seja, um estudo feito antes da implementação ou atualização das diretrizes, com o objetivo de identificar problemas, necessidades e desafios a partir da realidade vivida nos territórios.
Para isso, foram coletados dados nas cinco regiões brasileiras, ouvindo usuários idosos do SUS, gestores, profissionais de saúde, especialistas em envelhecimento e representantes de conselhos.
A metodologia combinou levantamento do tipo survey, rodas de conversa e escuta social estruturada, permitindo reunir números, percepções e experiências concretas sobre o cuidado à pessoa idosa no Sistema Único de Saúde.
É uma pesquisa que vem do chão, das pessoas que falam do chão do território, do chão onde o ato político do existir está acontecendo
Durante o evento, mesas temáticas aprofundaram o desenho metodológico e apresentaram os principais achados da pesquisa. Entre os resultados, estão informações sobre o perfil das pessoas idosas atendidas pelo SUS, os desafios de acesso e a integralidade dos serviços, além das desigualdades regionais que impactam a implementação das políticas públicas.
O evento marcou ainda a apresentação dos produtos finais do estudo, como a árvore de problemas que orienta objetivos e diretrizes da política, o levantamento de alternativas de solução e o Caderno de Constructos, documento que organiza conceitos e termos-chave para apoiar a formulação das novas diretrizes de saúde da pessoa idosa.
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Acesse a notícia original completa na página da Universidade de Brasília.
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