Nova parceria de pesquisa estuda o cérebro com ressonância magnética funcional de ultra-alto campo
Pesquisa inclui pesquisadores da UFRN, USP e Universidade de Coimbra

InRad, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Equipamento de Ressonância Magnética 7T do InRad HC-FMUSP

9 de dezembro de 2025, 11:52

Fonte

Felipe Araújo, IMD/UFRN

Publicação Original

Áreas

Biofísica, Computação, Engenharia Biomédica, Fisiologia, Física Médica, Imagens Médicas, Medicina, Modelagem Matemática, Neurociências, Neurologia, Processamento de Imagens, Radiologia, Simulação Computacional

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Resumo

Usando ressonância magnética de ultra-alto campo de sete teslas (7T), pesquisadores da UFRN, da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Coimbra pretendem aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do cérebro humano.

Um dos objetivos da pesquisa é criar, ao longo dos próximos anos, um algoritmo de visão computacional bioinspirado, que seja capaz de ‘ver’ e interpretar imagens e vídeos, reconhecendo padrões, objetos e movimentos e predizendo a ativação das áreas cerebrais correspondentes.

Esse modelo computacional permitiria avançar o conhecimento em áreas como a bioinformática, neurociências e fisiologia.

[A potência de 7T do equipamento] é essencial se quisermos aferir estruturas muito pequenas no córtex e visualizar o processamento em uma escala mesoscópica, dimensão intermediária entre o nível celular e o de áreas inteiras do cérebro

Dr. André Peres, professor do Programa de Pós-Graduação em Bioinformática do IMD/UFRN

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